quinta-feira, 10 de abril de 2008

dear Mister X...


Desde à alguns meses que a tua presença me despertou atenção. Não posso afirmar que tenha sido "Love at first sight", mas foi algo semelhante! Assim que te vi pela primeira vez despertaram em mim sentimentos que à muito haviam estado adormecidos.
Sempre que estou perto de ti fico completamente sem jeito, o coração parece querer saltar do meu peito, o sangue fervilha, as minhas pernas ficam sem forças... É estranho como alguém que não conheço exerce este tipo de reacção em mim, alguém que nem sei se tem comigo algo em comum.
Ambos vivemos e estudamos numa cidade que, pela sua dimensão, é bastante propícia a inúmeros encontros ocasionais. Acredito que nada acontece por acaso e isso faz-me pensar no porquê de, subitamente, teres aparecido no meu caminho, que possivelmente seria tão mais agradável se te tivesse a meu lado.
O certo é que, ao que parece, gostamos de frequentar os mesmos sítios, só falta mesmo conhecermo-nos pessoalmente... Gostava de ter a coragem necessária para me dirigir a ti e puxar conversa, mas a minha timidez impede-me de o fazer, tornando a nossa possível aproximação ainda mais difícil. Os meus amigos estão sempre a dizer-me para ir atrás daquilo que quero, mas existe algo em mim que não o permite. Não o sei definir em concreto, possivelmente esta atitude é uma consequência do meu medo de levar um NÃO como resposta.
Espero que, num futuro não muito distante, nos conheçamos, podendo dar início a uma amizade, ou a algo mais, who knows...
Quando for grande... quero ser feliz a teu lado!

quinta-feira, 13 de março de 2008

brevemente...

QUANDO FOR GRANDE 1º editorial de Moda

Sexo à distância de um clique!


Numa das minhas incursões ao mundo on-line decidi criar um profile num site que funciona como "catálogo" de pessoas que, nos dias de hoje, são cada vez mais comuns.
Questiono-me sobre o motivo que me levou a fazê-lo. Será que o faço por mera curiosidade? Procurarei algo? Ou será a pura satisfação do meu voyeurismo?
O motivo em concreto não o consigo definir, o certo é que graças ao meu profile (no qual são apresentadas características com vista a descrever-nos fisicamente) tenho contactado com alguns "amigos on-line", todos á procura do mesmo: SEXO!
Após alguns contactos on-line, lá resolvi encontrar-me pessoalmente com um destes meus "amigos". O encontro inicial foi até bastante agradável, conversámos até tarde, partilhámos experências de viagens, gostos, etc. e no fim cada um foi para sua casa, sem que tenha havido contacto físico ou, por outras palavras, sexo! Fomos trocando mensagens, comunicando no MSN e combinámos um segundo encontro. Mais uma vez correu tudo bem, jantámos num sítio agradável e no fim passámos a noite a conversar. O pior veio depois, quando o meu "amigo on-line" revelou um comportamento obsessivo, fazendo com que me afastasse imediatamente, rompendo assim com qualquer possibilidade de contacto futuro.
Numa época em que a tecnologia faz parte integrante das nossas vidas, chego á triste conclusão que também os relacionamentos começam a estar á distância de um clique, nunca estivémos tão proximos uns dos outros e, simultâneamente, tão distantes. Será que nos apoiamos na internet como um meio fácil e "seguro" de nos relacionarmos, na medida em que permanecemos no aconchego do nosso "casulo", tornando o ecrã do computador a nossa janela para o mundo lá fora? A que nos levará este comportamento?
Digam o que disserem, prefiro (e continuarei a preferir) relacionar-me com as pessoas "à maneira antiga", cada vez mais ultrapassada. Sinto necessidade de contrariar este impulso de me isolar, inter-agindo verdadeiramente com as pessoas.
A Internet vei melhorar e facilitar muitas coisas nas nossas vidas, mas, como em tudo, existe a outra face da moeda, pois este é um local cheio de perigos, sendo precisa alguma cautela sobretudo quando estabelecemos contacto com alguém on-line. Já cometi o erro de conhecer alguém pessoalmente, após termos mantido uma conversa no MSN e confesso que dificilmente repetirei a experiência, pois o mundo on-line está repleto de freaks que, incapazes de manterem um contacto real com as pessoas, refugiam-se neste "paraíso do anonimato".
Não sei onde é que tudo isto vai parar, o que é certo é que o que quer que o Futuro reserve, o meu não passa por sexo á distância de um clique!


quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

... quero que saibas que podes sempre contar comigo!


Estava eu no quarto do meu irmão e eis que dou por mim a observar um painel que ele fez para um trabalho da faculdade.
Nele, reuníu um conjunto de fotografias que tinham por objectivo representar as pessoas, lugares e acontecimentos que se revelam mais importantes para ele. Foi então que dei conta do quanto ausente eu estava na vida dele naquele momento.
Entre as muitas fotografias, descobri uma pessoa que já não reconheço. Alguém que há uns anos atrás se deixou deslumbrar por um mundo ao qual não pertencia, que se deixou seduzir por uma vida que aparentava ser um «mar de rosas», mas que afinal estava cheia de espinhos; uma pessoa que foi capaz de colocar a família em segundo plano e, quando as coisas deram para o torto, foi a primeira a estar lá para dar apoio; uma pessoa fria, vazia e sem amor próprio; uma pessoa que hoje já não existe, que mudou e que hoje fazia tudo de maneira diferente, afinal é com os erros é que nós aprendemos. Essa pessoa fui eu.
Certamente hoje, se aquele painel fosse feito de novo, seria diferente, pois nunca o relacionamento com o meu irmão foi tão bom como é agora, tenho nele uma das pessoas mais importantes da minha vida, o meu melhor amigo!
A ti Luis
xoxo Loves ya!

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

gossip girl here...

Fãs de Beverly Hills 90210 e do The O.C., esqueçam! Gossip Girl é a série sensação do momento!
«your one and only access to the scandalous life of Manhattan's elite»

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

70 anos de estilo


70 anos celebrados com uma exclusiva edição limitada, em ouro de 22 quilates, do ícon dos óculos de sol, os modelos Outdoorsman e Aviator da Ray-Ban.
Por ocasião da celebração dos 70 anos do seu nascimento, em 1937, a Ray-Ban celebra o seu aniversário com a Ray-Ban Ultra.
Os modelos Outdorsman e Aviator constituem objectos de culto, intemporais, sendo desde 1937 expressão, na moda, no cinema e na sociedade, de um estilo de vida único e individual, sinónimo de independência, audácia e liberdade.
A colecção Ray-Ban Ultra é única e exclusiva. Em todo o mundo só irão ser produzidas 12.500 unidades numeradas de cada modelo desta colecção, num total de apenas 25.000 exemplares, com o número de série inscrito no interior da haste. Peças únicas, autênticos testemunhos de uma história de sucesso que continua.De forma especial, a colecção Ray-Ban Ultra exprime qualidade e exclusividade na selecção dos materiais, que são verdadeiramente preciosos: o titânio, o beta-titânio e o ouro puro, que aliam modernidade e tradição, tecnologia e sentido estético, solidez e mito. Os óculos são totalmente revestidos de ouro de 22 quilates.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Uma história de encantar...


Sem dúvida um filme de encantar! Uma re-invenção dos três grandes clássicos da Walt Disney: Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida.
Enchanted baseia-se na história de uma Princesa que, por inveja da Raínha Má, é expulsa do mundo animado e enviada para o mundo real, no qual se irá sentir completamente deslocada. O filme explora o contraste entre os dois mundos e o que aconteceria se estes se cruzassem.
Uma história para rir, sonhar e viajar no tempo, até à altura em que o viviam felizes para sempre, fazia todo o sentido.
Quando for grande... posso não ser feliz para sempre, mas espero sê-lo durante uma boa parte do tempo!

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Tempos de Mudança


Ao longo da nossa vida inúmeras são as mudanças que vão ocorrendo. Mudam-se os gostos, a maneira de vestir, a forma de encararmos os acontecimentos, os namorados, até mesmo os amigos.
A vinda para a Universidade é, sem dúvida, um marco importantíssimo na nossa vida. Fazendo um balanço destes meus sete anos em Évora, constato o quão rápido o tempo passa e o quanto a nossa vida muda num período relativamente curto.
Estes, apesar de ter passado por alguns momentos menos bons, têm sido os melhores anos da minha vida. Foi aqui que ''cresci'', não em tamanho, mas como ser humano, cheguei um miúdo e tornei-me um adulto. Simplesmente, evoluí! Evolução que passou por me definir enquanto pessoa e me libertar de certos ''fantasmas''. Hoje posso afirmar que estou em harmonia com o meu ''Eu''. Estou a um passo de terminar o meu curso e cheio de planos para o futuro, entre os quais tornar o meu sonho de trabalhar em Moda uma realidade.
Acredito que tudo o que acontece na nossa vida tem um objectivo, uma razão e que até mesmo os acontecimentos menos bons têm algo de positivo por trás. Não encaro estes anos em Évora como tempo perdido, pois considero que foram necessários para amadurecer.
A vida está sempre a mudar, cabe-nos a nós acompanhá-la, caso contrário estagnamos.
Quando for grande... quero continuar a mudar, sempre para melhor, claro!


domingo, 18 de novembro de 2007

O meu nome é Raul e sou um ''Homo Consomator''


Após a leitura de um artigo na Vogue de Dezembro sobre o vício das compras, intitulado ''a Moda que nos consome'', tomei consciência que sou ''viciado'' em compras, sobretudo Casacos (embora não chegue aos extremos dos casos nele apresentados). É-me impossível explicar o efeito que estes exercem sobre mim, pois sempre que vou a uma loja são as peças que imediatamente se destacam entre as outras.
Desde à algum tempo para cá que tenho vindo a adquirir uma quantidade considerável de casacos. Sejam mais desportivos ou formais, tenho-os para qualquer look. Que posso eu fazer, comprar roupa faz-me sentir bem, trata-se acima de tudo de um investimento para a minha satisfação pessoal. Talvez seja ainda a ''ressaca'' de um ex-relacionamento, durante o qual me descuidei com a minha imagem, coisa que nunca tinha acontecido até então, pois sempre gostei de me mimar com presentes. O que é certo é que tem resultado, tendo sido uma preciosa ajuda para a minha auto-estima.
A compra de um casaco possui todo um ritual ao que comparo aos momentos em que cortejamos alguém: primeiro surge aquela atracção inicial, estabelece-se contacto, sucedem-se alguns encontros e só depois, quando já temos a certeza que é o tal, se leva para casa.
Agora que tomei consciência deste facto, costumo afirmar, em tom de brincadeira, que: estou para os casacos, como a Carrie Bradshaw está para os sapatos! Simplesmente não lhes consigo resistir, é mais forte que eu, é como o amor á primeira vista, apenas sabemos que ,juntos, vamos ser felizes para sempre!


terça-feira, 23 de outubro de 2007

Após uma longa ausência...

Há quem afirme que é a Primavera a estação do ano mais propícia para nos apaixonarmos, com a chegada do calor, chega também o Amor.
Comigo resulta precisamente ao contrário, pois é na estação fria que estou mais desperto para me apaixonar, é nesta altura que mais me apetece ter alguém. É sobretudo nesta altura do ano que mais me custa estar só, não no sentido de não ter pessoas em redor, mas de não ter aquela companhia especial.

Isto, aliado ao facto de este ano a grande maioria dos meus amigos estar ausente, faz com que me tenha sentido um pouco em baixo nos últimos tempos.
Na tentativa de combater esta solidão, tenho saído mais de casa, assistir a bom cinema, beber café numa esplanada e aproveitar este ''Verão de Outono'', e sair mais à noite, de modo a conhecer pessoas novas. Mas, apesar disto tudo, a solidão teima em não desaparecer, está sempre à espera quando regresso a casa.
CHEGA DE SOLIDÃO, chega de andar à procura, quero ser encontrado!
Costumam dizer que o Amor pode estar ao virar da esquina (verdade), eu já encontrei o meu, agora é preciso que ele me encontre a mim...
Quando for grande, quero deixar de me sentir só!

quinta-feira, 12 de julho de 2007

O gosto dos Outros!


Desde sempre coloquei aqueles de quem mais gosto (e suas vontades) em primeiro lugar, deixando pra segundo lugar a pessoa mais importante, EU.
A opinião dos outros tem assumido (e continua a assumir) um papel demasiado importante na minha vida, ao ponto de se tornar extremamente castradora. Analisando o meu comportamento face a esta situação, chego á conclusão que até abdicar dos meus sonhos, daquilo que realmente faz sentido para mim, eu tenho abdicado. Coloca-se-me então a seguinte questão: Para quê? Se este caminho não me faz feliz, para quê continuar a percorrê-lo?
Se nós não impusermos a nossa vontade, o mais provável é que eles assumam um papel de controlo da nossa vida e o que os outros querem ou sonham pra nós nem sempre é compatível com aquilo que realmente queremos.
A experiência diz-me que, se continuar assim, nunca vou ser ''Grande''. Existe algo em mim que me prejudica, que me bloqueia. Sinto que afinal não são os outros que me castram, mas sim eu próprio, que talvez por insegurança crie as minhas próprias barreiras.
Existe uma batalha a ser travada. Batalha essa que inicialmente vai ter de ser travada comigo mesmo e, posteriormente, com os outros.
Não consigo perceber a insistência em esquecer os meus sonhos, abdicar deles, uma vez que a vida tem-me dado todos os sinais de que esse não é o caminho de ''tijolos amarelos'' em direcção à minha felicidade.
Uma mudança torna-se cada vez mais necessária, não no sentido de anarquia total para com os outros, mas sim de modo a não permitir intromissões na minha vida.
Pensando nisto, coloca-se uma outra questão: como é que eu, que tenho um óptimo exemplo tão perto de mim de uma pessoa que foi contra a opnião de tudo e todos em relação à sua vocação profissional, continuo a ser incapaz de atender ás vontades de mim próprio e de me impor?
Tomo como exemplo o meu irmão, que é uma pessoa que soube bater o pé na altura certa e foi ao encontro daquilo que realmente queria, surpreendendo toda a gente, inclusive os mais cépticos, com o seu talento, tornado-se uma das pessoas pelas quais tenho a maior admiração e orgulho! Em mim falta o espírito de luta e de arriscar que ele possui. Sinto que enquanto a redoma de vidro que me foi colocada (e na qual insisto em permanecer) não for quebrada, não vou a lado nenhum.
Tudo na vida (o bom e o mau) acontece com um objectivo, pelo menos assim acredito. Trata-se de lermos as entrelinhas. As lições são-nos dadas, resta-nos aprendê-las ou não.
Continuo sem saber qual o caminho para a felicidade e realização pessoal, mas uma coisa é certa, enquanto eu próprio não cortar as amarras que me prendem, nunca a encontrarei.
Quando for grande, quero ser feliz!

domingo, 1 de julho de 2007

...quero ser assistente da Anna Wintour!

Na continuidade do post sobre a revista VOGUE, não poderia deixar de escrever sobre Anna Wintour, a editora-chefe da edição norte-americana e uma das pessoas mais influentes no mundo da Moda.
Muito se pode dizer sobre esta senhora de temperamento autoritário. Anna Wintour é uma pessoa extremamente competente, caso contrário nunca teria chegado onde chegou e ocupado o lugar que mantém actualmente. É conhecida e admirada pelo seu enorme bom gosto, criatividade e olhar clínico para os novos talentos da Moda. A sua imagem de marca são os seus enormes óculos escuros e o cabelo, de corte acima dos ombros e franja.
Em 1988 ocupa o lugar que sempre ambiconou, tornando-se editora-chefe da edição norte-americana da VOGUE. Anna trouxe maior sofisticação para o material editorial, rejuvenesceu as capas e passou a controlar a pulso de ferro todos os textos e fotografias da revista. Em pouco tempo conseguiu recuperar o lugar de liderança que a VOGUE ocupava entre as revistas da especialidade, contribuindo com um aumento significativo de vendas. Em Setembro de 2004, a revista saiu nas bancas com 824 páginas, três quartos das quais com publicidade, tornando-se a revista mensal com o maior volume de páginas e anúncios da história editorial americana, referenciada como “a bíblia da moda”.
Em 2003, uma ex-assistente sua, Lauren Weisberger, escreveu o best-seller ''The Devil Wears Prada'' baseado numa história sobre uma autoritária, rude e temida editora de moda de uma revista influente. O livro é considerado como uma auto-biografia de Lauren, relatando o período em que esta foi assistente de Anna Wintour na VOGUE (facto negado pela autora, que insiste ser apenas uma obra de ficção). O sucesso do livro levou a que em 2006 fosse transformado em filme, no qual podemos assistir a uma interpretação brilhante de Meryl Streep no papel de Miranda Priestly.
Comenta-se que, durante a produção do filme e após o estrondoso sucesso do livro, que descreve Miranda como uma tirana, Anna teria pressionando personalidades do mundo da moda a não aparecerem no filme, caso contrário teriam seus nomes banidos da revista.
Anna Wintour é, portanto, uma das pessoas que mais admiro do mundo da Moda, considerando que seria um privilégio poder vir um dia a trabalhar com ela na minha revista de eleição, a VOGUE.
Quando for grande, quero ser assistente da Anna Wintour!